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sábado, 25 de julho de 2015

Sem Pipoca: Mesmo Se Nada Der Certo

Pura verdade, vide minha playlist
Ahh como amo essa internet inteligente demais. Acesso o youtube todos os dias, seja pra assistir algum vídeo de blogueiro, aprender receita ou pra ouvir alguma música e daí que essa linda dessa internet já sabe meus gostos e sempre indica uns vídeos dentro do meu perfil. Quando vi lá um do Adam Levine, o "Lost Stars" e na descrição dizia que a música fazia parte de um filme com ele no elenco. Lembrei vagamente de que ele tinha lançado um filme ano passado e já joguei no Google pra descobrir qual filme era daí caí no "Mesmo se Nada Der Certo" e resolvi assistí-lo porque gostei muito da música (tô viciadinha) e por causa do lindo Adam.
O filme me surpreendeu positivamente. Não dava muito pra ele, acreditando ser só mais uma comédia romântica boba com um monte de música no meio (o que não gosto), mas no fim percebi que é um filme que não vou esquecer tão cedo e vou querer assistir de vez em quando.
A história em si não tem nada de tão especial, mas é leve, é simpática, é carismática a nível tava assistindo e quando vi já tinham se passado mais de trinta minutos mas não parecia que tinha assistido nem dez. 

O início já é diferente: conta como os personagens principais, Gretta e Dan, se encontraram, mas por 3 maneiras: os olhos do público, o de Dan (Mark Ruffalo que deu uma envelhecida boa) e o de Gretta (Keira Knightley) e por aí podemos entender as suas histórias e como chegaram naquele encontro.
O filme inicia com essa cena, em um bar, onde Steve (James Corden) está tocando e então de surpresa chama sua amiga Gretta para cantar. Dan a vê ali no palco e consegue imaginar um grande potencial. Então que a história começa a ter mais sentido pois apresenta a história de cada. Dan é um produtor musical falido, separado e com uma filha adolescente. Gretta namorava Dave (Adam Levine), um cantor pop que estava consolidando sua carreira quando traiu Gretta em sua primeira turnê e então Gretta se vê em NY, sem mais planos com sua carreira de cantora/compositora e morando com seu amigo Steve, um músico talentoso que tenta sua vida nas ruas e bares.
Ao encontrar Gretta no bar, Dan tem a ideia de produzir um CD com uma estrutura amadora tendo convicção de que o talento de Gretta já é o suficiente para o sucesso. Então com a ajuda de alguns amigos, eles gravam as músicas e conseguem descobrir o que os satisfaz.
O que achei legal também, além do início sensacional e da leveza do filme, foi o fato de que os casais não ficam óbvios até o final do filme. Super raro em romances.

A trilha toda do filme é muito gostosa de se ouvir e não fica aquele lance de musical como eu imaginava que pudesse ser. Sinceramente, não gosto muito da Keira cantando, não porque ela cante mal, apenas porque acho o tom de voz morno demais que faz com que a música fique desanimada. Por isso, pesquisando no youtube descobri algumas versões das músicas do filme na voz do Adam, e amei muito!
O filme não é uma lição de moral mas é sensível, toca na simplicidade daquilo que nos satisfaz, e super recomendo assistir em um dia em que quer dar uma leveza e um pouco de romantismo no seu dia, acompanhado de um chocolate quente e pipoca pra ficar tudo ainda mais gostoso.


domingo, 25 de janeiro de 2015

Sem Pipoca: Muita Calma Nessa Hora

Sou a atrasada em filmes, vocês já estão cansados de saber disso, então sem muito blablabla haha.
Assisti alguns filmes nesses dias de preguiça do começo de ano, e dois deles foram Muita Calma Nessa Hora e Muita Calma Nessa Hora 2.
Não levava muita fé nesses filmes, por serem nacionais e por causa do Bruno Mazzeo, não gosto dele como comediante. Mas enfim, tava passando o primeiro na Grobo e resolvi dar uma chance e não é que gostei?
O filme conta a história de três amigas que resolvem ir para Búzios a fim de se divertir. Elas encontram Estrella no caminho, que está a procura do seu pai e dão uma carona para a moça. Entre os assuntos que as amigas discutem está: "homens". E cada uma tem um problema de relacionamento, sendo assim decidem aproveitar o momento, a solteirice e se jogam nas badalações e azarações de Búzios.
O segundo filme segue basicamente o mesmo enredo, as amigas continuam solteiras, e decidem curtir a vida, só que dessa vez estão um pouco mais maduras. Senti que é como o "Se Beber Não Case", o primeiro é muuuuuito melhor que o segundo e o terceiro, que só mudam de cenário, a história é a mesma.
São filmes de uma comédia leve, você não rola de rir, mas tem umas tiradas e umas cenas engraçadas. O legal é que são protagonistas mulheres, o que foge um pouco do óbvio. Acho que o elenco também é muito bom e faz a trama parecer mais natural. Adorei que deram um espaço maior pro Adnet no segundo filme. Ele faz o papel de um paulistano bem paulistano mesmo, e vira e mexe lembro de alguma fala dele, tipo "Vumito" só quem é paulista fala "vumito" mesmo hahaha. A Maria Clara Gueiros também tem um papel ótimo, que faz o humor das cenas na pousada. Só não gostei do Marco Luque no segundo filme, papel bobo, podia ser mais bem elaborado pra dar mais "suspense" na trama.
Bom, não espere um ótimo filme, mas espere um filme leve pra distrair a cabeça e assistir com pipoca e coca-cola, e uma barra de chocolates, bem adolescentizando mesmo haha. 

"A pé dá pra ir até pro Piauí...Basta ter disposição" (Muita Calma Nessa Hora)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Sem Pipoca: Boa Sorte


Tô perguntando até agora por que minha amiga quis assistir o "Boa Sorte"? O que ela viu no trailer?
Bom enfim, acho que estava predestinado pra gente dar umas boas risadas. Mas não se engane, o filme não é de comédia, no decorrer do texto conto o por que das risadas.
A Deborah Secco não é minha atriz favorita, sempre acho que ela tá fazendo o mesmo papel em toda novela/filme, mas dessa vez até que ela surpreendeu, sua mudança e amadurecimento é notável, mas nada que me fizesse ter mais empatia por ela.
O filme conta a história (ou tenta contar) de João (João Pedro Zappa), um jovem com distúrbios comportamentais, que vai para um clínica psiquiátrica a mando dos pais. Na clínica ele conhece Judite (Deborah Secco), uma soro positiva em fase terminal, viciada em drogas e acaba se apaixonando por ela. Os dois continuam com suas maluquices, se drogando, e não recebem o apoio de seus familiares. Aliás, o filme retrata bem a falta desse apoio familiar, hora com cenas mais tensas, hora com cenas mais bem humoradas. E é nesse contexto que se faz o gancho para um melhor entendimento das personagens principais.
Particularmente adoro a Cássia Kiss e a Fernanda Montenegro e no pouco que aparecem dão um show a parte, com destaque para Fernanda nas cenas finais.
Não gostei do filme porque senti falta de um pouco mais de intensidade na história para não deixá-lo tão previsível, já que tinha de tudo para ser engraçada em alguns momentos e muito emocionante em outros. Tem cenas que são muito paradas ou desnecessárias e te dá aquela vontadezinha de querer que o filme acabe logo. Sei lá, parece muito mais uma série da Globo do que um filme.
Então se você gosta desse tipo de filme, vale a pena mas se você não se interessou nem pelo trailer, nem pelo casting, não queira dar uma chance. Talvez se arrependa rs.
Bom, o bônus do filme que me fez aguentá-lo até o final, foi um doidinho que sentou do meu lado (porque apesar da sala estar praticamente vazia, eu consegui sentar do lado de alguém rs), e que conversou com o filme o tempo todo. Fez gestos tocando um violão no ar, deu gargalhada (oi?), respondeu as perguntas que surgiam no filme, anotou os nomes do remédios (Lexotan, Rivotril etc), alucinou com a Deborah Secco pelada, enfim se movimentou muito quase caindo no meu ombro. Agora me diz: se o filme fosse legal eu ia ter ficado p*** da vida por ele não deixar eu prestar a atenção, mas com esse filme, eu me diverti horrores com o doido.
Foi o filme de drama mais comédia que eu já assisti! hahahahahahaha

domingo, 28 de setembro de 2014

Sem Pipoca: Sessão Férias

Já vai fazer um mês que voltei a trabalhar, mas tudo bem, vai post atrasadinho mesmo rs.
Fazia tempo que não alugava filmes e fui fazer isso nos últimos dias de férias, bem burra, eu sei. Decidi o que alugar lá na locadora mesmo, vendo a sessão dos 24h de devolução.

O primeiro que peguei foi o "Gravidade", por ter ganho Oscar e tal, me chamou a atenção. Particularmente não foi um filme que me marcou, tanto que ao começar o post eu tinha esquecido que aluguei ele também, mas possui efeitos e "paisagem" (não sei falar linguagem de cinema) muito bons, bem executados. Senti agonia as vezes pelo fato do filme ser todo no espaço, achei que faltou um pouco de chão. Acho que a proposta do filme era essa mesmo, fazer pensar no universo bem além do chão firme e por isso não tem nenhuma cena do cotidiano. Em 3D seria mais interessante, acredito.

O outro que peguei por ter ouvido boas críticas foi o "Minha Mãe é uma Peça", olha eu tento dar chance pro cinema brasileiro mas me frustro quase sempre. Não achei o filme tão engraçado assim quanto diziam, não tem uma história diferente nem comovente nem romântica. E um detalhe bem particular: a voz do Paulo Gustavo me irritou a nível dor de cabeça. Ele fala rápido e alto demais, aí você me diz: mas é o personagem, der! E eu te digo: dane-se, ele não tá no teatro, filme tem microfone, não precisa gritar pelo menos. Dei risada sim, não vou ser tão durona, mas foi bem leve.



O terceiro foi "A Menina que Roubava Livros". Não li o livro, pois ando bem preguiçosa, e também não sabia do que se tratava a história, foi minha tia quem escolheu. Gostei do filme, achei que retratou um pouco da tensão vivida na época de Hitler, talvez um pouco monótono com cenas que poderiam ser cortadas, acho que faltou sensibilizar um pouco mais, nenhuma cena tão comovente quanto à história pedia. Gostei do fato do narrador ser a morte, deu um ar diferente mas nada que o deixasse pesado, pelo contrário o filme tem um tom mais sútil. Não é o tipo de filme que vou assistir mais de uma vez. Como quase sempre, o livro deve ser mais interessante.



E por fim, quis assistir pela segunda vez "O Lado Bom da Vida", este sim um filme sensível e bem humorado. Tornou-se um dos meus filmes preferidos, daqueles que você mesmo sabendo o final, assiste o filme todo sem tédio e ansiando pelo final feliz. Com uma história diferente, menos mamão com açúcar e com um humor as vezes sútil, as vezes bem apurado, mostra o drama te envolvendo com a loucura de Pat. Quero ler o livro.

sábado, 21 de setembro de 2013

Sem Pipoca: Um Porto Seguro

Mais um filme baseado em mais uma obra de Nicolas Sparks e confesso que tive bastante preguiça de assistir, por achar que ia ser bem parecido às outras histórias, bem mamão com açúcar, sem muita ação, onde alguém morre de uma doença bem séria, enfim...De verdade, o que me empolgou mesmo foi o Josh Duhammel, sou apaixonada por ele desde que assisti ao "Juntos por Acaso" E ainda bem que havia este motivo a mais pra assistir o filme, porque me surpreendi. Pela primeira vez senti um suspense onde você não imaginava qual era a real história envolvendo as personagens principais, não era um filme tão previsível quanto todos os outros baseados no Nicolas Sparks.
Tem mais ação, mais cenas de medo rs, gostei bastante, me surpreendi não com o final, porque já é previsível que o casal fofo fique junto, mas com o decorrer da história onde logo no começo sua cabeça já enche de dúvidas e te faz querer assistir o filme até o final pra saber o que de tão grave ocorreu com a Katie, e te faz até imaginar que ela possa ser uma vilã querendo abusar do lindofofo do Alex. Fora que a vida dele também cerca em um mistério sobre a morte da mulher, que aí sim temos a doença fatídica sempre presente no Nicolas.
A real, é que morri de inveja da personagem, queria eu dar uns pegas no Josh e ponto. Aliás ele sempre é um fofo como personagem de pai, então por aí podemos imaginar e acreditar que será um paizão pro Axl! 
Vale a pena assistir com pipoca, sozinha pra admirar o quanto quiser a beleza do Josh, ou com o namorado pra ele ser um fofo também rs e colocar na lista de filmes pra se rever sempre.



domingo, 11 de agosto de 2013

Sem Pipoca: Um Dia

Como já falei no post anterior, ando sem tempo e paciência pra muitas coisas, e assistir filmes é uma delas. Mas às vezes bate aquela vontade de assistir um filminho pra viajar um pouco na história dos outros rs, e daí descobri um página no FB, "365 filmes em 1 ano" e achei que poderia me ajudar bem na hora de ter vontade de assistir um filme legal mas não vir nenhum à cabeça. Realmente tem me ajudado bastante, vira e mexe eles colocam imagens com falas de alguns filmes e que despertam minha curiosidade e anoto pra lembrar de assistir.
Assim aconteceu com o "Um Dia", fiquei com vontade de assistir também pelo fato de ter a Anne Hathaway (joguei no Google pra escreve certo o sobrenome #confesso) no elenco, já que costumo gostar de todos os filmes com ela.
E a dica foi boa, amei o filme, assistiria várias vezes! É um romance daqueles que te faz torcer pelo casal do início ao fim, mas tem um drama forte que te faz lacrimejar.
Emma e Dexter são as personagens principais que se conhecem na faculdade, mais precisamente no dia 15 de julho. Essa data torna-se um marco na vida dos dois, e serve de "regra" pra se encontrarem todo ano. Enquanto Emma passa por dificuldades para se firmar em uma profissão, Dexter vai aproveitando as oportunidades que ele tanto quis e que apesar de não parecerem tanto oportunidades, ele acredita estar vivendo muito bem, conquistando várias mulheres e fazendo sucesso. O que Dexter não imagina e na verdade, acho que nem Emma quer admitir é que Emma é apaixonada por ele desde o primeiro 15 de julho e espera pelo dia em que consigam finalmente dar certo, mas as coisas não caminham muito para que isso ocorra. Enfim, os dois conseguem ficar juntos sim, mas há sempre um dia 15 de julho trazendo algo marcante para a vida dos dois.
Recomendo assistir com brigadeiro de colher pra compensar o "sofrimento" que o filme traz rs.

A imagem com a frase que me fez ter vontade de assistir ao filme <3


P.S.: Só eu achei que o Dexter fica mais lindo quando está mais velho?


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sem Pipoca: Amor a Toda Prova

Depois de algum tempo com preguiça pra filmes, tento retomar o hábito por sentir que as pessoas começam a falar de filmes muito legais e que eu ainda não vi por pura preguiça, e eu deveria e devo ver pra gerar assunto, ideias, aprender algo, me divertir, enfim.
Escolhi Amor a Toda Prova, que tava na lista de filmes que as pessoas comentam sempre e acertei bem pra espantar a preguiça.
Um filme divertido, daqueles que você pode até imaginar o final, mas não sabe bem como ele vai ser conduzido até lá. Ele conta a história de um quarentão, Cal, que tem a vida ideal, casado com a primeira namorada, tem filhos, até sua vestimenta é do homem com vida perfeitinha (ou garibaldo como costumo dizer), até o momento em que descobre que sua mulher o trai e então ele decide se divorciar. Para Cal, voltar a vida de solteiro parece um bicho de sete cabeças, não se enquadra mais nessa realidade, até conhecer Jacob (eterno Noah de Diário de uma Paixão), que lhe umas dicas de como seduzir um mulher. Cal, a princípio reluta em acreditar que seu "conselheiro" tem razão, mas acaba seguindo-o e aos poucos larga mão de ser um garibaldo rs. Só que no meio disso tudo outras coisas vão acontecendo, como a paixão do filho de Cal pela sua babá de 16 anos, que na verdade quer pegar o pai do menino e Jacob descobrindo o que é o amor de verdade, coisa que era bem fora da sua realidade.
Recomendo assistir com pipoca e um cappuccino, nesse friozinho. Filme relax, descontraído, com um humor gostosim e que traz uma mensagem legal de "recomeço". Demorei muito pra criar vontade de assisti-lo! Tá nos preferidos djá!



domingo, 30 de dezembro de 2012

Sem Pipoca: Água para Elefantes

Pra variar alguém no Facebook postou que estava lendo o livro "Água para elefantes" e me fez lembrar que existe um filme do mesmo e que quando estreou foi bem falado. Sempre tem um monte de filmes que quero assistir mas acabo esquecendo quais são e daí assisto os que estão na primeira estante da locadora. Vou confessar que quando estudava ao lado do shopping, ia pelo menos uma vez por semana na hora do intervalo lá no shopping e pegava o folheto do cinema e guardava,e até hoje tenho alguns folhetos. O porque de fazer isso é que haviam filmes legais na época e que eu tinha que assistir, mas não necessariamente no cinema, então eu guardei os folhetos para que lembrasse desses filmes. Mas na verdade, verdadeira é que até hoje não teve uma vez que quisesse alugar um filme e lembrasse dos meus folhetos guardados. Então acho que minha ideia de ajudar minha memória não funcionou muito, rs.
Voltando pro filme, "Água para Elefantes" é um filme dramático, que quase me fez chorar (sô durona rs) por causa dos bichinhos, mas acaba conquistando pela história que desperta a curiosidade em saber o que vai acontecer no próximo minuto e vai dando uns apertos no coração ao longo do filme. Confesso que o Robert Pattinson está bem no papel, me convenceu de que não era um vampiro novamente rs.
Apesar de não gostar de circo, justamente por causa dos bichinhos (e da sem gracisse que é no geral), esse foi o segundo filme com o contexto circo que me conquistou por possuir uma sensibilidade dramática e uns toques de humor muito bem colocados. Recomendo assistir se estiver preparado para fortes emoções.


Sinopse: "Jacob Jankowski (Hal Holbrook) já passou dos 90 anos e não consegue esquecer seus momentos da juventude nos anos 30, período difícil da economia americana, que o levou a trabalhar num circo. Foi lá, enquanto era jovem (Robert Pattinson) e um ex estudante de Veterinária, que ele conheceu a brutalidade dos homens com seus pares e também com os animais, mas encontrou a mulher por quem se apaixonou. Marlena (Reese Whiterspoon) era a Encantora dos Cavalos, a principal atração e esposa do dono do circo: August (Christoph Waltz) um homem carismático, mas extremamente perigoso quando suas duas paixões estavam em jogo. (RC)"

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sem Pipoca: Feriadoooooooooooo

Caracas, esse foi o feriado mais longo que já vivi. E sabe o que é pior de tudo? Eu não trabalhei em nenhuma das duas pontes, ou seja, tive 6 dias em casa, e não programei absolutamente nada pra fazer. Poderia ir tranquilamente viajar, ou quase tranquilamente devido ao trânsito. Mas não, fui ao shopping e o resto dos dias eu dormi, comi, dormi, assisti tv, e nem a prova que tinha pra fazer eu fiz, terminei ela na madrugada do ultimo dia do feriado. É esperar ter um feriado tão sortudo quanto este em uma época mais oportuna.
Pro tédio não tomar 100% de conta, resolvi alugar uns filmes no esquema leve 4 e pague 3. U-huuul!
Mas sabe quando vc pega uma safra de filmes que não te agradam muito? Então....


O primeiro que vi foi O Palhaço, e por ser brasileiro minhas expectativas eram pequenas, mas ainda assim suficientes pra me fazer locá-lo. Acho que o fato de ter o Selton Melo no elenco e ter sido muito bem elogiado, influenciaram diretamente. Agora que já assisti posso dizer que superou minhas pequenas expectativas e digo que é um dos melhores filmes nacionais que já vi. Tem um humor sutil, ingênuo, mas muito bem colocado, ri de verdade. O filme todo é simples, talvez pra retratar a simplicidade a qual vivem os personagens, talvez por falta de verba, whatever, é simples o suficiente pra ser bom. O drama é muito bem colocado, pra mero entendedor sacar que a lógica está no "pra que viemos ao mundo? qual nossa identidade?". Pode parecer muito parado, mas sinceramente achei que as pausas diziam muito mais do que palavras, pausas dramáticas que te deixam refletir um pouco o contexto. Fora o elenco que está maravilhosamente bem. Gostei muito e assistiria de novo sem dúvidas!

O segundo foi A Dama de Ferro. Não ouso dizer que assisti, porque a real é que depois da primeira meia hora do filme eu estava em um sono profundo rsrs. Achei monótono demais já logo no começo e não tive vontade de continuá-lo no dia seguinte.

O terceiro foi Meia Noite em Paris. Tinha boas expectativas sobre o filme, pensei que fosse aquele romance apaixonante no qual você torce pelo casal do começo ao fim, mas caí num tédio profundo durante o filme. Talvez ele seja cult demais e por isso não gostei, talvez eu goste mais de mamão com açúcar. A verdade é que não gostei, achei que o filme termina sem sentido, não ocorreu nada que eu pudesse tirar um proveito além da belíssima Paris. Acho que é isso: cult demais pra mim.

O último foi Jane Eyre. O porque de locar esse filme só o marketing justifica. Tava na primeira prateleira de lançamentos, a altura dos olhos. Quando li a sinopse achei blah! mesma historinha que já assisti alguma vez na vida. É um filme de época, escuro, sombrio pra combinar com a história da protagonista. Me envolveu do começo ao fim, mas não me cativou. História de romance sem muito romance, com drama, não sei aonde o autor quis levar o espectador. Talvez pudesse ser uma linda história de amor se houvesse um pouco mais de ação, porém pareceu que quiseram deixar o filme sombrio o tempo todo. Não recomendo assistir, você corre o risco de dormir.



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Sem Pipoca: Nicolas Sparks em dobro

Faz tempo já que assisti um filme por inteiro. Começam as aulas e apesar de nem ter pego firme no tcc, o cansaço me pega e daí falta-me disposição pra ler, assistir filmes e até ouvir músicas das novas. Os dois últimos foram do Nicolas Sparks, o "Diário de uma Paixão" (nem um pouco atrasada né?), e "Um Homem de Sorte".

O primeiro, não sabia que era o começo do livro "O Casamento", até que comentei com uma colega de trabalho viciada em livros, que me contou que "O Casamento" era continuação da história "Diário de uma Paixão", aí tive que pelo menos assistir o Diário, pq até então o livro tinha me parecido confuso em alguns momentos.
Achei muito fofa a história dos dois jovens apaixonados, que conseguem ficar juntos apesar dos pesares, graças ao amor incondicional que sentiam um pelo outro. É comum? Sim, mas talvez a sutileza com que a história foi contada, misturando o casal já na terceira idade, "relembrando" a própria história de amor seja a grande conquista do filme. É um filme gostosinho de se assistir, ficar suspirandinho. Fica um adendo de que o livro deve ser bem mais emocionante.

"Eles não se entendiam, raramente concordavam em algo. Brigavam sempre. E se desafiavam todos os dias. Mas, apesar das diferenças, tinham algo importante em comum: eram loucos um pelo outro."
O segundo e último filme que assisti, foi "Um Homem de Sorte", história também do Nicolas Sparks. Pra ser sincera, fixei os olhos no filme por causa da beleza do Zac Efron. Gente, faz o comparativo dele na época de High School Musical e nesse filme. Algumas várias vezes mais lindo. Tirando meu momento menininha, esperava mais do filme por causa da história. Sabe quando você percebe que falta algo ali pra ser mais emocionante? Senti isso, faltou ali umas cenas mais tocantes, mais dramaticidade talvez, ficou tedioso demais, e na mesma batida dos outros filmes do Sparks, mas o filme vale a pena (por causa da beleza estonteante do Zac) pra que gosta de romance mamão com açúcar tá no nível alto! rs...


Eu acho é que o grande problema dos filmes baseados nos livros do Nicolas Sparks, não conseguem passar o nível de emoção que um livro traz, justamente pelo fato do livro brincar com o imaginário. Daí quando vai pro telão vira uma coisa assim, fora das expectativas, quebra o encanto.
Ainda assim, pra quem gosta de romance, os dois filmes valem a pena assistir.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sem Pipoca: Se beber não case II

Olha já começo avisando que lembro vagamente do primeiro filme "Se beber não case" e isso já foi um sinal de que eu não tinha me interessado tanto, assisti porque disseram que era muuuuuito bom. O que eu lembro é que dava aquela ansiosidade de saber logo onde estava o personagem sumido, um bom sinal né? Sinal que o roteiro foi elaborado conforme proposta do filme.
"Se beber não case" pode ter vários outros títulos como: "quem bebe tem história pra contar", "meu passado me condena", "c* de bêbado não tem dono", essas coisas assim. Mas achei que o segundo filme foi assim, mais do mesmo. Aproveitaram a mesma história, só mudaram as ações dela e no fim quase um mesmo fim. Sinceramente, não raxei de rir, ri, mas um riso simples e curto quase que sem espontaneidade. A história me prendeu novamente, devo confessar, mas fora isso nada demais. Espero que saiam da mesmice no terceiro filme, podiam inclusive inverter e colocar as mulheres pra beber, mas acho bem improvável que ocorra. 
Grande sacada foi trazer de volta o Mike Tyson e pra cantar ainda!
Vale a pena assistir os 2, quando tiver afim de ver uma comédia com os amigos, comendo pipoca e BEBENDO! Deve ser mais engraçado, tipo rolar umas identificações haha...

O que me cativou mesmo foi essa camiseta do Allan, ounti *-*

domingo, 22 de julho de 2012

Sem Pipoca: Sessão Férias

O melhor das férias da faculdade, além de despreocupar com TCC e afins (apesar que eu deveria ecorrigir meu TCC), é ter tempo pra assistir filmes e ler livros.
O primeiro filme que assisti nas férias foi o "Cada um tem a Gêmea que Merece". Quis mesmo assistir por causa do Adam Sandler, que sou fã assumida e acho ele lindo, mas posso falar? Foi o primeiro filme que assisti com ele e não gostei. Achei super boba a história, tem umas coisinha engraçadas, mas meio no sense. Se tivesse assistido no cinema, ia ficar p da vida por ter gasto dinheiro a toa. Não é diferente dos tradicionais filmes de gêmeos, e dá muito foco pra uma coisa boba, deveriam ter entrado mais com histórias em outros personagens. Recomendo não assistir, nem se você for fã do Adam, como eu.



Outro que assisti e não gostei foi "Paraísos Artificiais". Esse eu decidi assistir por ainda acreditar que poderia exixtir um filme nacional com cara de estrangeiro, mas bom como o estrangeiro. Foi um filme até que bem elogiado, mas peloamor cadê a história desse filme? Juro que os diálogos mais longos do filme começam quando ele está quase acabando, porque o resto é música, rave, drogas e sexo. Filme sem pé nem cabeça que você não sabe se você não entendeu a história ou se o autor se confundiu no meio do filme e esqueceu de contar a história. Juro também que fui jogar no Google pra entender a história. O que salva é a qualidade da filmagem, fotografia, tudo num padrão acima do que estamos acostumados a ver com filmes de fora. Paraísos Artificiais teria tudo pra ser um bom filme, se tivesse uma história contada decentemente. Recomendo assistir se você tiver curiosidade em tentar entender o filme.


Por fim, o último até o momento, foi "American Pie - o Reencontro". American Pie costuma ser super vulgar, apelativo, com o foco no sexo e tal, afinal o aparente propósito da saga foi em torno dessa curiosidade que surge em todos os jovens. E sinceramente, eu gosto desse propósito no American Pie, acho que eles souberam explorar o tema de uma maneira com que gerou identificação com o público, nem que for em uma cena de um só filme. Acho que apesar de apelar, não chega aquela coisa sem nexo, até porque tem uma história ali envolvendo os personagens e que souberam dar continuidade muito bem. Não assisti todos os filmes da série, mas já posso dizer que o Casamento e o Reencontro são os meus preferidos. Dei bastante risada com o último, achei que pegaram bem mais leve do que nos outros, até porque os personagens estão mais maduros e foi legal ver que o autor focou nesse amadurecimento, gerando novamente a identifficação com o mesmo público que assistiu o primeiro filme da série (posso chamar de série/saga?). Recomendo assistir com pizza, pra descontrair, rir, se identificar e rir de novo.


Vale dobrar a atenção: Ri muito com a cena do Jim, no quarto da sua vizinha, escondido atrás dos bichos de pelúcia e com o pai do Jim bêbado na festenha do Stifler.



domingo, 11 de março de 2012

Sem Pipoca: Cisne Negro e outros

Meu carnaval foi regado a muito filme e a muita pena disfarçada de bunda na tela da tv.
Vou comentar brevemente sobre cada filme que vi no primeiro feriadão do ano:

Missão Madrinha de Casamento
Foi o primeiro que bati o olho na locadora e já quis trazer pra casa, de tanto que comentaram sobre o filme.
De fato ele é bom, mas não é tãããããão engraçado e nem tãããão inusitado quanto falaram. É uma mistura de "mais do mesmo" com uma pitada a mais no sentido de mais humor e menos apelação típica americana. O final do filme fica meio óbvio conforme se conhece todos os personagens principais que envolvem a história. Enfã, é divertido, é legal pra assistir com as amigas e quem tá pra casar até se empolga ainda mais.

“Às vezes é bom estar no fundo do poço, porque não há mais nada a se fazer além de subir” - Por Missão Madrinha de Casamento
Elsa e Fred
Depois assisti a um filme argentino que minha tia quem escolheu, o "Elsa e Fred". Conta uma história de amor da 3ª idade em meio a tantos paradigmas sobre o amor nessa idade. Elsa, uma senhora que adora aprontar quer fazer com que seu novo vizinho leve a vida mais solta, se liberte do padrão que adquiriu com sua falecida mulher. Aos poucos ela o conquista e os dois vivem momentos românticos de dar inveja a qualquer casal jovem. Um filme daqueles diferentes de tudo que já assisti, sem efeitos especiais, mas muito bem elaborado, confesso que fiquei receosa a princípio mas no fim eu tive paciência para assisti-lo inteiro e não me arrependi, toca um sorriso em nosso rosto também. Recomendo assistir quando estiver afim de sair dos padrões de filmes americanos super bem elaborados.

Uma cena fofa do filme, quando Fred pede para Elsa anotar na lista de compras só para ela ver o seu recado: "Te Quiero"
Não Me Abandone Jamais
O terceiro filme é o "Não Me Abandone Jamais", um filme que tava lá na sessão de devolução 24hr e daí resolvi pegar pra ver qualéquiera. O filme conta a história de clones humanos que são criados em um internato para depois no futuro serem doadores de órgão até "concluirem", ou seja, morrerem. A história a princípio te confunde, é daquelas se piscar não vai entender o desenvolver do filme. Confesso que achei meio chato isso de logo no começo não entender bem o ponto incial que se quer passar, mas depois se torna entendível ao desenrolar a história do triângulo amoroso formado no internato e que perdura durante um bom tempo. É um filme bem dramático e que ao meu ver questiona o direito de escolha dos humanos, e o que torna aqueles clones que tem sentimentos, diferente de um ser humano normal. Nascemos pra uma só função e com apenas uma alternativa e só? Um filme pra assistir com pipoca, e num momento paciência. Acredito que o livro seja mais interessante.




Cisne Negro
Por último, assisti o tão falado Cisne Negro. E posso falar? Amei! É uma daquelas histórias bem dramáticas, que se piscar você perde o fio da meada, te confunde e você não sabe se de fato tal momento ocorreu ou se é apenas fruto da imaginação da conturbada protagonista Nina, enfim quero assistir de novo logo mais! Natalie Portman merece todos os aplausos do mundo, está excelente no papel, incorporou de fato a personagem, tanto que quando vira o Cisne Negro chega a dar até medo rsrs. Filme com história bem diferente, e assim é bom de vez em quando. Nos faz questionar coisas como: até onde é possível ser perfeito? É mesmo possível ser perfeito?
Pra assistir sem pipoca, em momento de "querer ver filme bom." 
"A única pessoa no seu caminho é você mesma" - Por Cisne Negro

Gostei da minha maratona de filmes, ultimamente to querendo fazer isso nos finais de semana já que não nada que preste na tv aberta, porém sei que deveria estar com a minha cabeça voltada 100% ao meu projeto de conclusão de curso, mas ainda não consigo, meu psicológico tá abalado demais pra se comprometer novamente.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Sem Pipoca: Amizade Colorida

Depois de um bom tempo sem assistir filmes, entram as férias da faculdade e minha rotina "+" cultura volta ao normal. Lógico que assisti a mais uma comédia romântica, uma das mais comentadas do ano, pelo menos nas redes sociais, rs.
Vontade em assistir a esse filme surgiu logo quando vi que tinha Justin Timberlake, e eu, como fã dele, fique já morrendo de vontade de assistir o mais breve possível. Achei legal também a ação que fizeram criando o status de "amizade colorida" no facebook, bem legal, juro que se tivesse um amigo colorido ia me divertir rs.
Como comédia romântica, se espera aquela história em que o casal não se entende mas no final descobre que se amam, e daí vem aquelas declarações super bonitinhas que fazem você querer viver uma história de amor semelhante. Ok, Amizade Colorida é assim, história não surpreende, mas tem umas sacadas muito engraçadas  que fazem valer o filme. Sem contar no jeito atrapalhado dos dois personagens principais vividos pelo Justine e pela Mila Kunis. Achei fofo, achei super agradável, afinal ficar toda hora vendo o Justin Timberlake não tem como não ser agradável, achei engraçado, gostei e recomendo assistir com pipoca, com namorado (pra ver se aprende a ser fofo) ou acompanhada de um chocolate, Ah! E assistir legendado, pq a voz do Justin no dublado ngm merece.

Sinopse:

Jamie (Mila Kunis) é uma jovem recrutadora de Nova York que convence um cliente em potencial (Justin Timberlake) a deixar seu emprego em Los Angeles para trás e aceitar um emprego na Big Apple. Ele aceita a proposta e logo os dois se tornam bons amigos. Um dia, após assistir um filme na casa dela, surge o papo do quanto a carência sexual incomoda ambos. Eles fazem um pacto de que terão apenas sexo, sem qualquer envolvimento emocional. Só que, aos poucos, a intimidade faz com que eles se tornem cada vez mais próximos e interessados um no outro.



sábado, 10 de setembro de 2011

Sem Pipoca: Sexo sem Compromisso

Ai lá vem eu com mais uma comédia romântica mamão com açúcar, mas fazer o que se é o único tipo de filme que me dá vontade de assistir? rsrs

Resolvi assistir "Sexo sem Compromisso" porque joguei no Google comédias românticas 2011 e apareceu e fui com a cara, hahaha, beeeeem criteriosa eu.
O filme é bem legal, até me identifiquei com a personagem da Natalie Portman em alguns raros momentos, rs. Diria que é um filme bem fofinho, com um carinha que toda mulher sonha em ter ao lado forever e por isso acho que se for assistir com o namorado, ou ele aprende algo ou ele vai achar tudo nhenhenhém demais enquanto você acha tudo fofo demais.
O filme me surpreendeu no sentido de que quando parecia que ele estava acabando, vinha mais história pela frente, mas sem cansar. Era um desfecho incompleto, eu diria. Ah, e a trilha sonora também é boa, animadinha!
Apesar de ter falado que o filme é fofinho, não é romance, é comédia romântica mesmo, daquelas típicas onde um dos protagonistas descobre estar apaixonado pelo outro lá pelo meio da trama, rs.
Ahh devo confessar também que é uma delícia ver o rostinho lindo de Ashton Kutcher juntamente com a bela Natalie Portman.
Aliás, tinha assistido só "Closer" com a Natalie, e eu não sei distinguir bom ou péssimo ator quando ele é estrangeiro, mas depois de assistir mais um filme com a Natalie acho que comecei a ter noção de bons e maus atores lá de fora, ela deixa a gente na dúvida se é ela mesmo ou outra atriz de tanto que muda de um filme para o outro.

Sinopse:
"Adam (Ashton Kutcher) ainda sente o fato de ter sido chutado por Vanessa (Ophelia Lovibond), sua namorada por oito meses. Para piorar a situação, descobre que ela é a nova namorada de seu pai, Alvin (Kevin Kline), um astro da TV. Desejando esquecê-la e seguir em frente, ele fica bêbado e, em seguida, liga para todas as mulheres que tem no celular, no intuito de encontrar companhia. Quem responde o apelo é Emma (Natalie Portman), uma jovem médica com quem encontrou algumas vezes, anos atrás. Adam vai à casa dela e eles acabam transando. Como Emma não deseja ter um relacionamento sério, já que teme sofrer, propõe a Adam que se encontrem tendo o sexo como único objetivo. Ele topa mas, com o tempo, novos sentimentos florescem entre eles."




Recomendo assistir sozinho, com as amigas também é bom, mas acompanhado deve ser melhor, sem pipoca, com um cappuccino, embaixo das cobertas.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sem Pipoca: Quero Ficar com Polly

Eu sei, eu sei, o filme é velho e já passou muitas vezes nas TV aberta, mas não poderia deixar de comentá-lo porque é um filme que amoooo assistir, rio todas as vezes como se fosse a primeira.
Essa semana falaram tanto do filme no meu trabalho, que mesmo tendo assistido semana passada, deu vontade de assistir de novo só para decorar ainda mais as cenas (memória fail).
"Quero Ficar com Polly" é um filme com aquele humor a la Ben Stiller, ou seja, muito sinismo pra uma pessoa só rs. As caras que o Ben faz, como se tudo fosse tratado ali na maior naturalidade, sem forçar a barra praquele  humor apelativo, são marcas registrada dele e eu adoro! Pode parecer sempre o mesmo personagem, como é o caso do Adam Sandler, mas tem graça do mesmo jeito, afinal cada história é diferente.
Imperdível a parte em que o Reuben (Rubens vai haha) (Ben Stiler) está passando muito mal, suando e tem de usar o banheiro de Polly (Jennifer Aniston), é beeem engraçada!

Sinopse:
"Reuben Feffer (Ben Stiller) é um homem prevenido, que detesta correr riscos. Porém um fato insólito muda completamente sua vida: sua esposa o abandona com um mergulhador, em plena lua-de-mel. Desolado com o ocorrido, Reuben acaba se envolvendo com Polly (Jennifer Aniston), uma mulher agitada que gosta de viver a vida intensamente."



Filme ótimo para assistir mais de uma vez, para dar boas risadas, assistir acompanhado ou não, para se ter um DVD na estante. Ahh! e pode comer uma pipoquinha junto vai, rs

sábado, 13 de agosto de 2011

Sem Pipoca: dose dupla de Jim Carrey

Fazer uma economia de post e opinar já sobre dois filmes que assisti com o Jim Carrey: O Golpista do Ano e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças.

O primeiro, O Golpista do Ano,decidi assistir de tão bem que ouvi falar, mas sinceramente, não gostei muito não. Ok, o filme não é tão previsível assim, mas faltou algo ali pra prender minha atenção do começo ao fim.
A história é boa sim porém fica meio desconexa as vezes, dando a impressão de que faltou alguma cena, e de humor mesmo foi difícil rir viu  Taí talvez eu esperava um pouco mais de humor, principalmente por ter o Jim Carrey no meio.



Sinopse:
"Steven Russell (Jim Carrey) é um policial texano que decide assumir sua homossexualidade. Porém logo descobre que, para ser gay, é preciso ter muito dinheiro. Ele passa a realizar diversas trapaças e fraudes, de forma a manter seu alto padrão de vida. Ao ser preso, Steven é levado a uma penitenciária estadual. Lá conhece Phillip Morris (Ewan McGregor), seu companheiro de cela, por quem se apaixona. A partir de então Steven passa a fugir e ser preso diversas vezes, sempre agindo em nome de seu amor."



 Não, não é uma história engraçada quanto parece no trailer, e também não é uma história de amor liiiinda e emocionante, é um filme mais pro gênero drama "leve" sabe? hahaha...Recomendo assistir com pipoca, coca-cola, sozinho (forever alone hahaha) e alugar um outro filme de comédia porque esse não é garantia que vai te satisfazer, se tiver com vontade de dar risadas.

Já o "Brilho Eterno de um Mente sem Lembranças", outro filme suuuuper bem falado do Jim Carrey, foi melhor e mais supreendente.
O filme parece ser bem confuso, mas quando passa da metade você começa a entender melhor o que está acontecendo, mas para isso vai ter que ter paciência de chegar até mais da metade do filme e não desistir ao perceber sua cabeça dando nós rs. O filme é ótimo justamente por confundir quem está assistindo, os atores também estão ótimos (até esqueci que Kate Winslet já foi Rose, vide Titanic, um dia na vida haha abafaaa a minha memória), a trilha sonora é daquelas quem encaixa perfeitamente nos momentos, enfã filme para assistir várias vezes, acompanhado e sem pipoca porque se piscar, não vai entender mais a envolvente confusão, rs.

Sinopse:
"Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento entre ambos desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa."

Trailer

Uma frase de Alexander Pope citada no filme "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" para finalizar o post:

“Feliz é o destino da inocente vestal! Esquecendo o Mundo e sendo por ele esquecida: Brilho eterno de uma mente sem lembranças! Toda prece é ouvida, toda graça se alcança.”

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sem Pipoca: Juntos pelo Acaso

Taí um filme que combina com férias mas ai como minhas férias tão acabando dá até tristeza no coração porque sei que meu tempo para filmes vai diminuir a lot...whatever
Meu lado comédia romântica tava gritando mais forte do que meu lado dramático e por isso fui lá mais uma vez assistir um filme mamão com açúcar, mas daqueles que assistiria um zilhão de vezes sem enjoar, lógico que num longo espaço de tempo rs.
Juntos pelo Acaso não tem nada de surpreendente na história, nada de inovador, mas é um filme cativante. Para mim, essa parte cativante se deve também ao charme e beleza do Josh Duhamel, ô lá em casa! Rsrs, sorry mas filmes assim com ator principal sem charme não tem graça né?
Uma historinha fofinha, com final previsível, mas ainda assim amolece os corações dos mais sentimentais ou dos apaixonados ou dos dois. Para quem gosta de filmes assim, é uma ótima!

Sinopse:

Holly Berenson (Katherine Heigl) e Eric Messer (Josh Duhamel) se conhecem, mas o primeiro encontro deles é um verdadeiro desastre. A única coisa que eles têm em comum é a paixão pela afilhada Sophie (Alexis Clagett/Brynn Clagett). Só que um acidente fatal deixou a menina órfã dos pais e a dupla foi designada para cuidar da pequenina. Obrigados a permanecerem juntos para cuidar dela, eles enfrentam as dificuldades típicas de quem passa a ser pai e mãe de uma hora para outra e começam a se entender melhor.



Recomendo assistir com pipoca, embaixo das cobertas, sozinho ou acompanhada, em época de férias, tomando chocolate quente, de pijamas, com o tempo frio....ai acho que vou lá assistir mais um filme mamão com açúcar, rsrs. Byeee

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sem Pipoca: De Pernas Pro Ar

Lá venho eu, a pessoa mais atrasada do mundo com relação a filmes, rs...
Semana passada assisti "De Pernas Pro Ar" (férias, lov.u), filme nacional e justamente por ser nacional pintou aquele preconceito, porque não tenho lá muita sorte com filmes nacionais, sempre assistia os piores. Enfã, não tinha também boas espectativas sobre o filme desde que vi uma entrevista da Ingrid Guimarães no Programa do Jô, pensei que ia ser só bobagem com muita vulgaridade.
Me enganei, deixei os pré-conceitos de lado, e daí que eu gostei muito do filme! Deve ser porque ele é muito no padrão americano, inclusive senti que quiseram fazer da Ingrid Guimarães a Jennifer Aniston brasileira, repaaaara só no cabelo, super igual.

Sinopse do filme
"Alice (Ingrid Guimarães) já passou dos 30, é casada com João (Bruno Garcia), tem um filho e é uma executiva bem sucedida. Na verdade, ela é uma típica workaholic, que tenta se equilibrar entre a rotina de trabalho e a família, mas perde o emprego e o marido no mesmo dia. É quando ela passa a contar com a ajuda da vizinha Marcela (Maria Paula) para mostrar que é possível ser uma profissional de sucesso sem deixar os prazeres da vida de lado. Para isso, Alice vira sócia da nova amiga em um sex shop falido, enquanto Marcela ajuda ela a descobrir os prazeres dos sex toys." 




Minha opinião
Como já disse, esse jeitinho americano que andam colocando nos filmes brasileiros está fazendo com que eu mude um pouco de opinião sobre cinema nacional, pode ser totalmente falta de originalidade pegar padrões já utilizados e que são certeiros de sucesso, mas convenhamos não dava mais para aguentar aqueles filmes nacionais gravados no sertão sempre com gente pobre, sofrida, e aquela luz baixa para entristecer, por mais que o filme fosse comédia. Temos ótimos profissionais que são exportados e fazem sucesso, então já sabemos da nossa capacidade para elaborar filmes melhores.
Bom, De Pernas Pro Ar prendeu a minha atenção do começo ao fim, gosto muito da Ingrid, parece sempre que ela é espontânea, e do tchuco do Bruno Garcia. É uma história que envolve uma história de amor daqueles que me fazem palpitar o coração e ter vontade de viver uma história igual (forever alone hahaha). Tirando a Maria Paula, super forçadinha, o elenco é muito bom. Pensei que ia ser bem mais vulgar justamente por envolver um sex shop, mas não, foi bem menos do que certas novelas. É claro que aparecem objetos sexuais, mas estão tão envolvidos na comédia que o filme não se torna pesado.
Recomendo juntar um grupo de amigas e assistir sem pipoca para não perder detalhes. Se a risada não for garantida, alguma identificação com alguma parte do filme vai rolar, rs.

domingo, 3 de julho de 2011

Sem Pipoca: O Discurso do Rei

Eu sei, eu sei, sou uma pessoa atrasada com relação a filmes. A verdade é que não frequento muito cinema, então acabo vendo filmes "do momento" beeem depois.
Olha pra falar a verdade O Discurso do Rei é um filme que eu assistiria tipo em último caso, se não tivesse escapatória mesmo, porque o filme em si não me atraiu, apesar de ter ganho Oscar e blábláblá.
E falando mais a verdade ainda eu só aluguei esse filme porque na locadora é leve 4 pague 3, e dentre os que bati o olho esse foi o 4º filme que me chamou a atenção, até porque os demais eram beeem tosquinhos.
Enfim, neste último feriado, o de Corpus Christi, aluguei 4 filmes: A ùltima Música, Querido John, Sempre ao Seu Lado e O Discurso do Rei. Incrivelmente eu me enganei, e dentre os 4, o Discurso era o melhor, rs. Os outros eram histórinhas bobas, me decepcionei muito com Querido John acho que o elenco não ajudou o filme, e o Sempre ao Seu Lado é fofinho, mas não mais tocante que Marley, faltou um pouco de alguma coisa ali sabes? Rs.
Confesso que O Discurso poderia ter só 1h30 ao invés de 2h00, porque o filme enrola muito pra desenrolar compreende? Mas vamos a história. É baseado na história verídica do rei George, que desde a sua infância sofre com problema de gagueira. No entanto, sua posição social quando adulto exigiu que ele buscasse tratamentos para a gagueira, quase todos sem resultados positivos. Até que Lionel Logue entra em sua vida e muda tudo, fazendo-o superar seu maior trauma.
Achei a atuação do Colin Firth muito boa, beeeem diferente dos gagos toscos que vemos em novelas brasileiras, ele sim fez um gago legítimo, aquele que leva a gagueira como um trauma e não uma piada.
A história não surpreende, porque já sabemos que ele conseguirá fazer o discurso, fica meio que óbvio, o que tira um pouco da graça do filme e te faz dispersar ou dormir no meio deste, rs.
O filme que mistura o drama em um humor sutil é do tipo pra você assistir quando tá muito sem nada pra fazer, embaixo das cobertas, e vale a pedida de um belo balde de pipoca acompanhado de chocolate quente, pra não dormir e ter muuuuita paciência de acompanhar a lentidão da história.

Confere o trailer ae:


Para mim, a melhor cena é a quando Lionel faz o rei George falar palavras "sujas" como merda, etc. Até hoje brinco imintando-o quando falo merda. Mas né eu não entendo nada de cinema, e adoro comédia então sempre vou achar graça na cena engraçada, rs.
Acho também que se basear em uma história real facilita muito, mas não valeu o Oscar de Melhor Filme, ou até valeu, perto dos seus concorrentes, rs. Filme merecedor de Oscar tem que ser filme surpreendente.

Assite, mas só se estiver sem naaaada de sono, beless?